Nem vou começar dizendo como 2011 foi o pior ano da minha vida. Foi e ponto. Na verdade, este texto é para agradecer às pessoas que me mantiveram vivo. É, eu não fui diagnosticado com um câncer nem nada, mas fiquei doente quase a ponto de morrer. Mas, graças a algumas pessoas que conheço pessoalmente e outras que só conheço virtualmente, estou vivo e melhorando a cada dia.
Obrigado, então, ao pessoal da Sextante e à Lívia Almeida. Já expliquei, por e-mail, como vocês me salvaram.
Aos sempre presentes, mesmo que em silêncio, Geneton, Sérgio Rodrigues, Marconi Leal e João.
À Vanessa e ao Fabiano.
À Simone e ao Flávio, à Tina, à Cris e ao Flávio (da Cris). Ao Leandro José, como não?
Um agradecimento especial a um cara que quase me bateu, mas que foi meu anjo da guarda: Alessandro.
Agradeço, ainda, à Sâmar, Janara e Hany, que ouviram meus lamentos e meus choros e que cuidaram de mim da melhor maneira possível.
E, claro, à Ana Júlia, Daniela, Fabio Morais, Danilo e Fernanda, por me ensinarem que a vida pode ser boa, mesmo quando se está no fundo do poço.
Se me esqueci de citar algum nome, peço perdão. Minha memória para este ano não é boa – e é melhor não me lembrar de muita coisa mesmo.
Àqueles que me deram rasteiras, que me humilharam, me caluniaram, me xingaram, etc., obrigado pela oportunidade de perdoar.