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		<title>Meu coração&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 12:21:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Polzonoff Jr.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8230;tem catedrais imensas. (E elas estão em ruínas). * Foto de 2000, tirada num cemitério de Viena.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.polzonoff.com.br/wp-content/uploads/2011/12/cemitériocriança.jpg"><img src="http://www.polzonoff.com.br/wp-content/uploads/2011/12/cemitériocriança-190x300.jpg" alt="" title="cemitériocriança" width="190" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-337" /></a></p>
<p>&#8230;tem catedrais imensas. (E elas estão em ruínas).</p>
<p>* Foto de 2000, tirada num cemitério de Viena.</p>
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		<title>Adeus, maldito 2011!</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 15:55:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Polzonoff Jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem vou começar dizendo como 2011 foi o pior ano da minha vida. Foi e ponto. Na verdade, este texto é para agradecer às pessoas que me mantiveram vivo. É, eu não fui diagnosticado com um câncer nem nada, mas fiquei doente quase a ponto de morrer. Mas, graças a algumas pessoas que conheço pessoalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nem vou começar dizendo como 2011 foi o pior ano da minha vida. Foi e ponto. Na verdade, este texto é para agradecer às pessoas que me mantiveram vivo. É, eu não fui diagnosticado com um câncer nem nada, mas fiquei doente quase a ponto de morrer. Mas, graças a algumas pessoas que conheço pessoalmente e outras que só conheço virtualmente, estou vivo e melhorando a cada dia.</p>
<p>Obrigado, então, ao pessoal da Sextante e à Lívia Almeida. Já expliquei, por e-mail, como vocês me salvaram.</p>
<p>Aos sempre presentes, mesmo que em silêncio, Geneton, Sérgio Rodrigues, Marconi Leal e João. </p>
<p>À Vanessa e ao Fabiano. </p>
<p>À Simone e ao Flávio, à Tina, à Cris e ao Flávio (da Cris). Ao Leandro José, como não? </p>
<p>Um agradecimento especial a um cara que quase me bateu, mas que foi meu anjo da guarda: Alessandro.</p>
<p>Agradeço, ainda, à Sâmar, Janara e Hany, que ouviram meus lamentos e meus choros e que cuidaram de mim da melhor maneira possível.</p>
<p>E, claro, à Ana Júlia, Daniela, Fabio Morais, Danilo e Fernanda, por me ensinarem que a vida pode ser boa, mesmo quando se está no fundo do poço.</p>
<p>Se me esqueci de citar algum nome, peço perdão. Minha memória para este ano não é boa – e é melhor não me lembrar de muita coisa mesmo.</p>
<p>Àqueles que me deram rasteiras, que me humilharam, me caluniaram, me xingaram, etc., obrigado pela oportunidade de perdoar.</p>
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		<title></title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 19:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Polzonoff Jr.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das cenas de que mais gosto em Forrest Gump é a da Tempestade. Todo mundo lembra. Um furacão assola o mar e as ondas atacam o navio que Forrest Gump comprou para pescar camarões com o Tem. Dan. Do alto do mastro, com as pernas amputadas, o tenente grita como um louco, esbravejando contra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/m0ObZNylkMM" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Uma das cenas de que mais gosto em Forrest Gump é a da Tempestade. Todo mundo lembra. Um furacão assola o mar e as ondas atacam o navio que Forrest Gump comprou para pescar camarões com o Tem. Dan. Do alto do mastro, com as pernas amputadas, o tenente grita como um louco, esbravejando contra Deus, numa espécie de vale-tudo teometereológico. Por fim o furacão se dissipa e o navio dos dois é o único a permanecer ativo na região. Num mar agora tranquilíssimo, o tenente Dan se joga e agradece a Deus por ter salvado sua vida.</p>
<p>O que isso tem a ver comigo? Digamos que estou vivendo eventos semelhantes, mas com resultados, até agora, diferentes. Sonho com o dia em que o furacão passar. Enquanto ele não passa, fico aqui em cima do navio, esbravejando não <em>contra, </em>e sim <em>com </em>Deus. Sei que Ele está pondo à prova a minha fé. Mas, descobri recentemente, sou como Jó.</p>
<p>Então, senhoras e senhores cujos nomes omitirei por elegância, podem continuam chutando, batendo, machucando, esfaqueando, atirando, etc. Se no meio desta pancadaria toda eu morrer, morrerei acreditando que a Humanidade toda, inclusive as senhoras e os senhores, são a coisa mais incrível do mundo, a coisa mais bela, admirável e reverenciável.</p>
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		<title>Não voltei</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 13:56:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Polzonoff Jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Não. Não voltei. Nunca mais voltarei. O movimento, agora, é só de partida. Este na foto abaixo sou eu. Quem diria, hein, Paulo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não. Não voltei. Nunca mais voltarei. O movimento, agora, é só de partida.<br />
Este na foto abaixo sou eu. Quem diria, hein, Paulo?</p>
<div id="attachment_322" class="wp-caption aligncenter" style="width: 252px"><a href="http://www.polzonoff.com.br/wp-content/uploads/2011/10/bebe2-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-322" title="bebe2 (2)" src="http://www.polzonoff.com.br/wp-content/uploads/2011/10/bebe2-2-242x300.jpg" alt="Um dia já tive o futuro pela frente" width="242" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Um dia já tive o futuro pela frente</p></div>
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		<title>Enterrem meu coração aos pés de uma araucária</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 19:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Polzonoff Jr.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.polzonoff.com.br/wp-content/uploads/2011/09/007.jpg"><img src="http://www.polzonoff.com.br/wp-content/uploads/2011/09/007-224x300.jpg" alt="" title="Araucária" width="224" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-318" /></a></p>
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		<title>Steviewonderizar</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 08:59:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Polzonoff Jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[O Verbo. Entrar num estado de êxtase. Chorar às 4h30 da manhã. Rir. Amar. Delirar. Louvar a Deus e a Vida. Admirar o sorriso. Admirar a Estrela da Manhã brilhando com força na minha janela sem cortinas. Cuidar de você que me ama e que me odeia. Ajoelhar-me diante do milagre da vida. Reverenciar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Verbo</em>. Entrar num estado de êxtase. Chorar às 4h30 da manhã. Rir. Amar. Delirar. Louvar a Deus e a Vida. Admirar o sorriso. Admirar a Estrela da Manhã brilhando com força na minha janela sem cortinas. Cuidar de você que me ama e que me odeia. Ajoelhar-me diante do milagre da vida. Reverenciar o Davi. </p>
<p>O que foi esta entrada no show? De que planeta é você, SW, one´d wonder (dã).</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/3N2cWxSX1r8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Obrigado à minha ex-mulher por ter me apresentado à genialidade de Stevie Wonder e, de certo modo, durante muito tempo, à steviewonderização da vida).</p>
<p>Top 3 dos melhores shows que já vi na vida. Quero reprise, please.</p>
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		<title>A morte de Sérgio de Biasi e outras mortes</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 17:56:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Polzonoff Jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Como perdi a noção do tempo, já nem sei há quantas semanas recebi a notícia da morte do meu amigo Sérgio de Biasi. Só sei que fiquei paralisado, sem saber o que falar/escrever, sem saber nem direito o que sentir. Conheci Sérgio de Baisi em Nova York e com ele convivi por alguns meses apenas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como perdi a noção do tempo, já nem sei há quantas semanas recebi a notícia da morte do meu amigo Sérgio de Biasi. Só sei que fiquei paralisado, sem saber o que falar/escrever, sem saber nem direito o que sentir. Conheci Sérgio de Baisi em Nova York e com ele convivi por alguns meses apenas. Dois ou três. Fizemos alguns passeios juntos. Conversamos longamente. Não me lembro sobre o quê. Arte e filosofia e amor. Sim, sobretudo sobre o amor, porque ele havia se separado e estava desesperadamente procurando um amor.</p>
<p>Sérgio de Biasi não apenas morreu; ele se suicidou. Como disse sua própria mãe durante a Missa de 7º. Dia realizada no Rio de Janeiro, “ele morreu de velhice”. Sérgio tinha 39 anos, mas aparentava mais. Bem mais. Seu único traço juvenil era a intensidade com que realizava tudo. Até falar. E se empolgava com as pessoas. Por algum motivo, eu e minha ex-mulher nos tornamos, naqueles meses, uma diversão para ele. Sempre com uma câmera na mão, ele fotografava e filmava e ria. Parecia sinceramente fascinado com o mundo.</p>
<p>Minha empatia foi imediata com aquele cara que amava desesperadamente e que fazia loucuras que, antes, eu achava que só eu era ingênuo o bastante para fazer. Em algumas semanas, ele me ensinou algumas das coisas mais importantes que jamais aprendi. Mas, se me perguntarem o quê, são saberei responder. Foram lições de vida de um mestre para um aluno, daquelas envoltas em fábulas complicadas ao ponto de serem reduzidas a haicais. </p>
<p>Da última vez que conversamos, ele falava empolgadamente dirigindo por uma auto-estrada que levava a New Jersey, onde iria dar aula. Falava que se sentia livre e que estava começando uma nova vida, finalmente. Tinha planos e muitos projetos. Dali para frente, perdemos o contato e não sei o que aconteceu para que sua risada fácil se transformasse em morte.</p>
<p>Apesar da falta de contato, era bom saber que neste mundo havia alguém como ele. Quero dizer, era um alívio e um consolo. Com sua morte, o mundo não muda, mas mudamos nós que o conhecemos. De minha parte, entendo seu suicídio como destino “normal” para alguém que se encantava tanto com o mundo.</p>
<p>Nas últimas semanas, outras mortes ocorreram. Mortes simbólicas, mas não menos tristes ou dolorosas. Mortes que precisam do seu momento de luto e que deixam como herança apenas a falta, o vazio e o silêncio. Como sobrevivente desta nau dos desencantados, só me resta olhar para os destroços e os corpos que flutuam, respirar muito fundo o ar limpo e azul que preenche meus pulmões agora, expressar, sei lá, com um urro, a compaixão pelos que se foram por vontade própria ou não, dar meia-volta e agradecer: meu desencanto afundou com a nau.</p>
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		<title>Últimos desejos</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 03:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Polzonoff Jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[não queria que sintissem pena de mim; queria apenas que amenizassem minha dor. nem para sempre; só por agora. mas não posso exigir nada de um mundo que, para ser sincero, já me deu muitos prazeres, mas que está cobrando, com juros altos, por todas as coisas boas que, ingênuo, achei que eram de graça. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>não queria que sintissem pena de mim;  queria apenas que amenizassem minha dor. nem para sempre; só por agora.</p>
<p>mas não posso exigir nada de um mundo que, para ser sincero, já me deu muitos prazeres, mas que está cobrando, com juros altos, por todas as coisas boas que, ingênuo, achei que eram de graça.</p>
<p>agora que passaram as efemérides também passo eu.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Matemática aplicada</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 15:47:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Polzonoff Jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[1=1 1=1 1+1=0 1+1=3 1+1+1=3 1+1-1=3-1 -1=0]]></description>
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1=1<br />
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1+1=3<br />
1+1+1=3<br />
1+1-1=3-1<br />
-1=0</p>
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		<title>Resignação</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 14:34:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Polzonoff Jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
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