Entendo nada. Opino tudo.

16/09/2014

A questão (menor) LGBT

Já uns dois ou três “amigos” vieram me dar bronca. Logo cedo. Enfática e grosseiramente. Acusatoriamente.  Por isso resolvi esclarecer uma coisa. Por isso e porque minha paciência acabou. E também porque acordei exausto já. Espero que os parágrafos abaixo encerrem o assunto. Para mim, encerram. Vou explicar como se o leitor tivesse cinco anos: eu me interesso muito pela defesa dos direitos dos homossexuais. Mais do que se imagina. Por motivos que nem posso expor aqui. E pode tirar este sorrisinho malicioso do rosto. Não sou gay. Mas, se fosse, não teria nenhuma vergonha disso. Então, por favor: não venham me chamar …continue reading

Recado

Quem vem sempre aqui ou assina o Feed sabe que estou republicando textos antigos, muito antigos. Isso dá um trabalho danado. Pelas minhas contas, tenho mais de mil textos para publicar. É um trabalho para os próximos meses. Mas não vou abdicar de escrever textos novos. Ao contrário. Segunda-feira que vem, dia 1o. de setembro, devo começar a escrever uma coluna de segunda a quinta. Reservei as sextas-feiras para textos um pouco maiores. Até logo. E não se esquecem de assinar a Newsletter e o Feed e curtir a página no Facebook e me seguir pelo Twitter.

Preconceito

Preconceitos? Tenho vários. Não seria humano se não os tivesse. De alguns até me orgulho. Poucos me causam vergonha. Para falar a verdade, a maioria deles é inócua. Sejam quais forem meus preconceitos, não saio por aí espancando, por exemplo, pessoas que dizem “pra mim fazer” ou que se referem aos norte-americanos como “estadunidenses”. Apesar da vontadezinha. Em literatura, por exemplo, minha lista de preconceitos já foi mais extensa. Não que o tempo tenha me tornado tolerante; fiquei mesmo é com mais preguiça. Poetas contemporâneos em geral me enojam, mas não o suficiente para que eu vomite. Beatniks me fazem …continue reading

John Hughes

E a década que insiste em não terminar

Fazia tempo que eu não assistia a um filme de John Hughes – um dos meus diretores preferidos, cujos filmes formaram o caráter, por assim dizer, de toda uma geração. Até que u amigo mencionou no Twitter Namorada de Aluguel. Foi um dos primeiros filmes que aluguei no velho e bom videocassete. Empolgado e sem dar bola para o adiantado da hora, entrei na “locadora sueca” e em quinze minutos estava me deleitando com a comédia românica adolescente. E, de cara, fiquei um tanto quanto espantado. Namorada de Aluguel é, inegavelmente, um filme libertário e, para os padrões de hoje, …continue reading

Orfandade, sedução e desencanto

[NÃO REVISADO] Em 2002, aos 24 anos, se não me falha a contabilidade, eu me sentia intelectualmente órfão. Havia acabado de passar quatro anos numa universidade pública, supostamente reduto de certa “elite intelectual”, sem aprender rigorosamente nada. E foi no meio deste deserto de ideias que me deparei com as frases de efeito de Olavo de Carvalho. Era o início de uma história de sedução, desencanto e, agora, preocupação. Passados mais de dez anos, quem busca meu nome no Todo-Poderoso Google ainda se depara com demonstrações inequívocas de devoção ao homem. Não me envergonho. Afinal, eu era apenas um jovem …continue reading

A questão (menor) LGBT

Já uns dois ou três “amigos” vieram me dar bronca. Logo cedo. Enfática e grosseiramente. Acusatoriamente.  Por isso resolvi esclarecer uma coisa. Por isso e porque minha paciência acabou. E também porque acordei exausto já. Espero que os parágrafos abaixo encerrem o assunto. Para mim, encerram. Vou explicar como...

Recado

Quem vem sempre aqui ou assina o Feed sabe que estou republicando textos antigos, muito antigos. Isso dá um trabalho danado. Pelas minhas contas, tenho mais de mil textos para publicar. É um trabalho para os próximos meses. Mas não vou abdicar de escrever textos novos. Ao contrário. Segunda-feira...

Preconceito

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John Hughes

Fazia tempo que eu não assistia a um filme de John Hughes – um dos meus diretores preferidos, cujos filmes formaram o caráter, por assim dizer, de toda uma geração. Até que u amigo mencionou no Twitter Namorada de Aluguel. Foi um dos primeiros filmes que aluguei no velho...

Orfandade, sedução e desencanto

Em 2002, aos 24 anos, se não me falha a contabilidade, eu me sentia intelectualmente órfão. Havia acabado de passar quatro anos numa universidade pública, supostamente reduto de certa “elite intelectual”, sem aprender rigorosamente nada. E foi no meio deste deserto de ideias que me deparei com...